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sábado, 31 de maio de 2008

Abel pode estar saindo...

A diretoria do Internacional pode começar a ficar preocupada com o futuro treinador da equipe. Isso se deve ao fato de que Abel Braga deve fazer sua despedida do comando do Colorado na partida deste domingo, contra o Sport, no Beira-Rio. Ele teria recebido um assédio dos Emirados Árabes e feito uma contra-proposta que foi aceita pelo clube local ainda não divulgado. Na entrevista coletiva da última sexta-feira, o treinador já falava com ar de que poderia deixar o clube.

- De fora, se eu receber uma proposta que acho muito boa, vou aceitar. Se me oferecerem um caminhão de dinheiro, vou cuidar da minha família. O Inter me proporcionou algo maravilhoso, que é sempre receber propostas. Se for algo de balançar, de encher meu bolso, tenho que ir. Já passei de meio século. Tenho 55. Dizem que depois dos 50 é lucro - afirmou ele nesta sexta-feira no Beira-Rio.

Abel: 'Sou, no Brasil, o treinador de quem a torcida mais gosta'

A entrevista coletiva do técnico Abel Braga, do Internacional, nesta sexta-feira serviu para deixar uma pulga atrás da orelha dos colorados. Em Porto Alegre, circulam rumores de que o treinador pode trocar o Inter por um clube do futebol árabe, para quem ele teria feito uma contraproposta. Na conversa com a imprensa, Abelão disse que deixará o Colorado somente se receber uma proposta "de encher o bolso". Enquanto as possibilidades não viram certezas, Abelão trata de valorizar a relação que tem com os torcedores. Ele se coloca ao lado de Renato Gaúcho, do Fluminense, como o técnico mais adorado pela galera.

- Hoje, no Brasil, sou o treinador de quem a torcida mais gosta, junto com o Renato Gaúcho. O pessoal me adora, e eu os adoro também. Não sou vaiado aqui. Isso não tem preço - afirma o treinador, bem-humorado.

Abel era muito contestado pela torcida em 2006, especialmente depois de perder o título gaúcho para o Grêmio. Com as conquistas da Libertadores e do Mundial, caiu para sempre nas graças da galera. Quando retornou ao clube em 2007 após três meses fora, foi saudado em uníssono por 40 mil colorados no Beira-Rio:

- Ôoo, o Abel Voltou! O Abel voltou, o Abel voltou! - cantou a torcida na época, feliz com o reencontro.

Fonte: GloboEsporte.com

Torcidas, Violência e Impunidade.


Hoje mesmo, de manhã, estava percorrendo uma lista de vídeos da Popular, nossa maior torcida atualmente, no YouTube, até que um vídeo 'relacionado' me chamou a atenção:


Era um vídeo dos marginais-torcedores da 'barra-brava' do rival, se gabando de depredarem o Beira-Rio. Haviam pedras sendo jogadas sobre carros, maquinas de refrigerante sendo reviradas, vidraças quebradas...


O mais lamentável ainda eram os outros vídeos, estes dos torcedores do Inter, que também se gabavam de quebrar o patrimônio alheio.


Esta situação, que não se limita as fronteiras estaduais ou nacionais, é um problema difícil de se resolver.

Há o anônimato que a multidão proporciona, há o efeito da bebida, o ódio irracional entre dois adversários.

Ainda assim, quando alguns responsáveis são incriminados (pouquíssimos), as penas são ridículas.


O que ocorre é que torcidas, muitas vezes financiadoss pelo clube graças ao bonito espetáculo que fazem, fogem ao controle e contam com um 'poder' dentro da instituição, fazendo os dirigentes terem um certo medo de peitá-las. Temos como exemplo a violentíssima Geral do Grêmio, que é protegida pela Pelaipada que se instalou no chiqueiro.


A solução é realmente, não só de fachada com é atualmente, os clubes serem responsabilizados pelos seus fãs.

Dúvido que o presidente de um clube, sendo vítima de um turbilhão de multas pesadas e interdições de estádio, não crie coragem de banir os violentos dos estádios.


Futebol é espetáculo, e os torcedores fazem parte disso. Mas só cantando, soltando foguetes e apoiando.

Não há nada de belo em matar jovens só por estarem com camisetas de outra cor.


NOSSA TORCIDA TEM QUE SE DESTACAR NÃO APENAS COMO A MELHOR NAS ARQUIBANCADAS, MAS TAMBÉM COMO A MAIS PACÍFICA FORA DELAS.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

A força de um Grupo



Com o início de uma competição longa, a regularidade depende muito da consistência do Elenco e de como ele reage e tem manutenção durante o campeonato. Lesões, suspensões e destaques são fatores que se com devida regularização, acabam não influenciando em perda técnica para uma equipe. O Grupo do Internacional consegue suprir todos esses quesitos e tem um adicional: a Integração entre os jogadores, o comprometimento que ultrapassa o profissionalismo. Porém não é só de teoria que vive o futebol. E com a eliminação da Copa do Brasil, o Brasileirão tornou-se o único "bode expiatório" para a fundamental vaga na Libertadores no ano do Centenário. Acreditar e pensar apenas que com um time desses podemos ganhar com um pé nas costas, não é de fato o pensamento da Direção e da Torcida, mas um discurso parecido com o do ano passado, do tipo "estamos apenas no início da competição, há muito tempo para recuperar os pontos perdidos....." começa a surgir em algumas bocas. Não estou comparando a situação; ano passado o Colorado montava um time e vinha de eliminação na Libertadores e no Gauchão. Atualmente já ganhamos 2 títulos em 2008, temos uma equipe competitiva, etc. Só que numa competição longa, não são apenas os fatores que citei que são determinantes. Quem quer ser Campeão, deve ao enfrentar seus concorrentes diretos (Palmeiras, São Paulo, Flamengo, Fluminense, Cruzeiro) deve em casa conseguir 3 pontos e fora conseguir empates no mínimo com 75% deles. Principalmente em jogos com condições favoráveis, como contra o Flamengo, no qual largamos na frente. Mas como disse que são concorrentes ao Título, para isso devem ter times competitivos e tem seus méritos ao vencer uma equipe como o Inter. Na cabeça de Abel e dos Jogadores, tenho certeza que há esse consensso de de que uma arrancada agora no início seria providencial. O que possibilitaria reverter uma situação para o Inter que ocorreu duas vezes com ele nos pontos corridos: Ao invés de perseguir um adversário no 2º turno (Como com o Corinthians em 2005 e o São Paulo em 2006) ser o perseguido! Os dados mostram que o perseguido, que conseguiu muitos pontos no primeiro turno leva vantagem. E para manter essa vantagem é preciso regularidade (o Botafogo em 2007 arrancou no 1º turno na frente e depois sucumbiu ao São Paulo).

Acredito muito na força e na capacidade deste Grupo e deste Clube, desta Camisa. Um Brasileirão que não ganhamos à tantos anos, viria agora com muita festa. A vaga na Libertadores, desfrutaremos ano que vem com nossas Glórias destes 100 Anos a serem completados. Mas para isso é preciso muito trabalho, e apoio da Torcida, porque Capacidade, Força e Camisa, esse time tem de sobra.

Tem um Baita time? Então ta na obrigação de Mostrar.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Meio-campo 2 - jogo contra o Flamengo

O texto a seguir é um complemento ao meu texto anterior, aplicado à possível escalação do Inter para o jogo contra o Flamengo.

A escalação que está sendo ventilada como mais provável é (ou ao menos vinah sendo cotada como mais provável):
Renan; Índio, Orozco e Marcão; Jonas, Sandro, Danny Morais, Ji-Paraná e Alex; Fernandão e Nilmar

À luz do texto anterior, fica claro que essa escalação carece de auxiliares ao Alex. Ji-Paraná poderia ser 3o homem? Sim, tem características pra isso, mas tais características não foram reapresentadas desde que voltou de lesão, mas o problema maior não é o lado esquerdo, pois pode-se dar mais liberdade para o Marcão e tá tudo certo, os volantes fazem a cobertura do lado esquerdo para a subida do Marcão. O problema maior é o lado direito, pois o Jonas tá muito mal na saída de bola, não vai ter absolutamente nada por esse setor.
Mas na minha opinião é solução é muito simples: coloca o Bustos na ala-direita, no lugar do Jonas, e tá feito. Apenas com essa alteração essa proposta já pode dar um resultado muito melhor. Não porque o Jonas é ruim e o Bustos é bom, mas por causa das características de cada um deles.
Como eu disse antes, o Danny tem qualidade no passe, e o Sandro também. Ambos tem melhor toque de bola do que o Edinho, assim pode fazer uma linha de dois homens à frente da zaga e reveza a subida, quando sai um o outro faz a cobertura, cuidando também da subida do Bustos. O lado esquerdo se acerta com Marcão e Ji-Paraná, um cuidando da subida do outro.

Tem muito Colorado apavorado com as baixas do nosso time e das opções que restaram para esta partida, mas sinceramente dá pra armar um bom time com o que temos a disposição.
Só não me bota Alex e Andresinho no meio, a não ser que o resto ficque completamente estático lá atrás. O Flamengo tem um meio-campo rápido e de jogadas laterais, o campo do Maraca é enorme e vai faltar gente se nosso meio não tiver bem ajeitado.

Nilmar e Fernandão negam racha no grupo colorado


Quando Nilmar chegou ao Beira-Rio, nesta terça, Fernandão brincou com ele sobre o rumor de que estariam brigados. Negando problema entre eles, o capitão garantiu que isso "não passa de boato de gente que não convive no vestiário do Inter" - referindo-se ao telefonema de um conselheiro colorado à Rádio Gaúcha, que deu asas ao fato.


– Se chegar uma mulher aqui e disser que tem um filho meu, vocês vão acreditar? Isto é ridículo! Nilmar é um dos meus melhores amigos, aqui e fora.
Também sem dar atenção ao assunto, Nilmar admitiu que já está acostumado a isso.

– Nem damos mais bola. Tem é que dar risada.


O presidente do Inter Vitorio Piffero considerou "lamentável o burburinho" e afirmou que inexiste "veracidade" em relação a qualquer racha no grupo.

Meio-campo

Antes e mais nada, peço desculpas por estar escrevendo somente hoje o texto que deveria ter sido publicado ontem. O texto de hoje parte de uma discussão levantada num tópico da comunidade do Inter no Orkut chamada Sport Club Internacional 1909, a mesma de onde saiu a idéia de criar este blog e da qual todos nós que aqui escrevemos participamos. O nome do tópico é Sistemática do Meio Campo e discute a função de cada jogador do meio-campo, e foi criado pelo Giovani Adornes em 05/10/2007 e foi incrementado por muita gente, inclusive eu e o Mânlio Sosa, durante muito tempo. É leitura altamente recomendada para quem se interessa em tática.

Bueno, vamos ao que interessa. Começo copiando o inicio do tópico, texto do Giovani (lembrem-se que o texto é de 05/10/2007, portanto contextualizem os comentários sobre jogadores específicos):

"O Meio Campo de um time é o motor de seu funcionamento. "As vezes o óbvio precisa ser dito". (Lauro Quadros)
A estruturação do Meio Campo pode ser feita de várias formas. Depende do treinador e dos jogadores que ele dispõe. O mais inteligente monta o time conforme o plantel, ou seja, aproveita a característica dos jogadores que possui, e não o contrário, tenta atribuir características os jogadores que eles não possuem.(ex: Michel volante contra o Vélez na ARG)
Na minha opinião o que acontece no Internacional é que as funções não existem e as que existem não estão bem distribuídas, ou seja, "Uma meléca tática" Wianey Carlet".

Vamos começar pela PRIMEIRA FUNÇÃO do Meio Campo.

Deve ser exercida por um jogador com forte poder de marcação, tão grande quanto o de um zagueiro, tal como EDINHO e possa dar uma passe curto rapidamente, para o companheiro mais próximo e não dar chutões ou fazer lançamentos ou ainda, sair correndo com a bola. A não ser que vc tenha o ANDREA PIRLO no time. O que estamos vendo o EDINHO fazer, tudo o que não deve fazer. Além de marcar mal, o q atribuo ao desmantelamento geral do meio campo e não apenas a ele, mas tambem a ele e a pressão psicológica, afetando seus movimentos etc...

A SEGUNDA FUNÇÃO do Meio Campo.

Deve ser exercida por um jogador com poder de marcação e ao mesmo tempo que possua um bom passe, tanto curto claro, como longo, que saiba "encontrar" um atacante para surpreender, ou fazer o óbvio encaminhar a bola com velocidade para o outro meio campista, correndo com ela se tiver qualidade ou fazendo ela correr, creio que MAGRÃO pode muito bem fazer isso, mas isso já é questão de preferencia, outros colocariam GUINÃZU. O que vejo no Internacional é q tem 3 jogadores fazendo quase isso, mas não completamente isso sim tá EXPLODINDO o Meio Campo!

A TERCEIRA FUNÇÃO do Meio Campo

Deve ser exercida por um jogador de qualidade técnica e velocidade, capaz de passes verticais, lançamentos e ultrapassagens, cavando faltas etc, se tiver o drible melhor, mas não vamos querer demais, este jogador tem que ter poder de marcar também, GUINÃZU pode exercer a função, mas acho que perdemos ofensivamente, ALEX perdemos em marcação, então tem q decidir o que é melhor pro time, no momento colocaria o ARGENTINO.

A QUARTA FUNÇÃO DO MEIO CAMPO

Deve ser exercida por um jogador com excelente técnica, CRIATIVO o q é difícil, chute, se cabecear bem melhor, q tenha um passe mortal, q pife seus companheiro na cara do gol, que pelo menos cerque o adversário e feche o meio campo."

Bom, quanto às características de cada função do meio-campo, não tenho absolutamente nada a acrescentar, concordo plenamente com o que está exposto aí. Buenas, temos a teoria, mas e a prática? Em primeiro lugar, não é necessário ter todos os jogadores, pois está implícito nessa descrição a utilização de 4 jogadores no meio-campo, em um 3-5-2 podemos utilizar 3 jogadores desta lista e incorporar os alas. O 3-5-2 do Inter conta com apenas um ala e quatro jogadores desta lista, tendo o Marcão como um zagueiro-lateral-esquerdo, suprindo a vaga do ala-esquerdo que está desocupada.
Vou listar aqui os jogadores que acredito poderiam exercer cada uma destas funções. Antes que alguém se revolte com algum jogador, não vou entrar no mérito da qualidade individual num primeiro momento, vou apenas listar os jogadores que possuem as características necessárias para exercer cada função.

Quem temos para a 1a função?
Edinho, Danny, Maycon, Sandro.
WM e Jonas, com preferência para a 2a função, mas podem quebrar o galho.

2a?
Magrão, WM, Jonas, Ji-Paraná.
Guiñazú, mas o gringo com preferência para a 3a função.

3a?
Guiñazú, Ji-Paraná
Magrão, com preferência para a segunda função.
Roger e Andresinho, com preferência para a 4a função.

4a?
Alex, Andresinho, Roger

Alguns erros que foram cometidos com nosso jogadores:
Edinho - tem que ser o primeiro volante clássico, roubar a bola e tocar para o companheiro mais próximo, pois sua qualidade no passe é bastante limitada. Desde a final da Libertadores contra o SPFC, este jogador recebeu carta branca do Abel para carregar a bola sempre que quiser e lançar sempre que der vontade... e o Edinho sempre quer! Aí carrega a bola, entrega pro adversário que encontra o nosso time com seu 1o volante completamente fora de posição, aí o pânico se instala.
Fernandão - está jogando seguidamente como 4o homem de meio-campo, tirando espaço do Alex e deixando nosso ataque completamente isolado, sendo que não tem velocidade para sair do meio e chegar no ataque para finalizar. Desta forma, se deixa de aproveitar as melhores qualidades do Fernandão - cabeceio e passe curto e rápido - e do Alex que perde em liberdade de movimentação, além do que as possibilidades de tabelamento com o ataque se restringe a uma só, pois só tem um jogador por lá, marcado por 2 ou mais defensores.

Tá bom sabichão, mas então como é que tem que ser???
Bueno, na minha opinião podemos manter a idéia do começo do ano de ter os quatro homens de meio-campo, um ala-direito e o Marcão fazendo um "agente duplo" zagueiro/lateral. Mas aí o stopper pela direita tem que se conter, não dá pra subir sempre porque o ala já está lá, tem que fazer a cobertura ou inverter com algum dos volantes ou o próprio ala, senão o lado direito vira uma avenida.

A escalação de começo de ano me parece perfeita:
3 zagueiros, sendo que o esquerdo tem liberdade para atuar como lateral
1o volante, Magrão (2o), Guiñazú (3o), Alex (4o) e ala-direito
2 atacantes - Fernandão e Nilmar

O problema todo é que esse esquema virou poeira! Fernandão já não está jogando de atacante faz tempo, tendo deixado Iarley e agora Nilmar sozinhos lá na frente. Quando era o Iarley, o ataque não estava funcionando e muita gente dizia que o problema era dele, que bastava voltar o Nilmar que tudo estaria resolvido. Pois bem, Nilmar voltou e o problema persistiu. Porque? Isolamento, simples.

Muitos dizem que o problema dessa formação é que não tem substituto.
Pois eu digo que tem. Para a 1a função sobram alternativas, sendo que se for o Edinho ele tem que jogar como tal e não querer ser o armador da equipe.
Para o lugar do Magrão, temos WM, Jonas e até mesmo o Danny Moraes, pois ele tem bom toque de bola. Como temos um ala-direito de bom apoio - Bustos - não tem problema perder um pouco da qualidade ofensiva neste setor, basta liberar o Bustos um pouco mais.
Para o lugar do Guiñazú, temos o Ji-Paraná ou então podemos colocar um 2o volante e liberar mais o Marcão, que tem qualidade para fazer o apoio, pode-se inverter de função com o Magrão também, passando esse para a 3a função.

domingo, 18 de maio de 2008

Dia de clássico



Hoje é dia de clássico, o Inter ja está preparado para o confronto
deste domingo. Edinho é a novidade na concentração do Inter.
E na minha opinião uma ótima novidade pois este jogador já
provou a torcida inúmeras vezes sua raça e entrega em campo.
O Inter deve ir com força maxima contra o Palmeiras, em São Paulo.
Os dois favoritos ao título se enfrentam logo no início do campeonato.
Esse jogo deve ser eletrizante, e muito difícil, mas o Inter tem tudo
para sair vitorioso neste confronto.

O Internacional ainda tem a dúvida de quem joga no lugar de magrão,
mas mesmo assim nem o colorado mais pessimista acreditaria em
uma atuação apagada como da última quarta feira.
O Inter deve ir pra cima e se impor em campo , como um visitante
indesejável que foi em 2005 por exemplo.

O jogo começa as 18:10 deste domingo, no estádio Parque Antarctica.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Talvez, uma Lição

Paraíso para os corneteiros! Com o jogo de Ontem, os corneteiros desabrocharam, já que com tantas boas atuações eles tiveram de conter-se um pouco. Confesso, porém, que também fiquei surpreendido com o Inter. Como um time de atletas tão experientes, deixa se possuir pela pressão do Sport. Tudo bem, estavam com a 3º zaga. Só que o problema justamente não estava lá. Ao me referir aos atletas experientes, não me refiro à Pessanha, Derlei, Dani Morais.... Me refiro a Fernandão, Alex, Guiñazu, Nilmar.... Não, não estou corneteando. O problema estava justamente do meio para a frente. Empatando o jogo em 1 x 1 - Resultado excelente - tais jogadores não seguravam a bola, não
à tocavam, sucumbiam à uma pressão à qual deveriam se adequar, acalmando o jogo, como fez o Sport ao ter garantido o score.
Me surpreende mais ainda, o fato de os Jogadores terem saído de campo ao final falando justamente isso: Estávamos muito atrás. Me refiro a Iarley, Alex, etc. Tendo consciência disso, porque permanecer sem reagir.
Contudo, apesar de sentida, a eliminação na Copa do Brasil não deve ser encarada como um desastre, quanto não se deve sair disparando para todo lado, procurando culpados, nos garotos, em Abel, Nilmar, Jonas, Fernandão, etc. É coisa do Futebol, não é sempre que se pode vencer. Lembro-me do Gauchão de 2006, quando o Inter perdeu um Título ganho, contra uma equipe muito fraca. Foi preciso uma advertência sobre as falhas do time para se reerguer e conquistar uma Libertadores. Como disse Jorge Wágner, mais no final do ano: "Ganhamos a Libertadores quando perdemos o Gauchão". Espero que seja dessa forma que aconteçam novamente as coisas. Como disse Carlinhos Bala, ao final da partida, citando um trecho Bíblico: "QUEM TRABALHA, DEUS AJUDA". Com essa filosofia que o Internacional deve seguir.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

COPA DO BRASIL: Sport x Internacional

Sport:
Magrão; Luisinho Netto, César, Durval e Dutra; Igor (Júnior Maranhão), Sandro Goiano, Luciano Henrique e Carlinhos Bala; Enílton e Leandro Machado

Internacional:
Clemer; Sidney, Orozco e Titi; Bustos, Danny Morais, Jonas (Ji-Paraná), Guiñazu e Alex; Nilmar e Fernandão

Local: Estádio da Ilha do Retiro, em Recife (PE)
Data: 14 de maio de 2008, quarta-feira
Horário: 21h50min (horário de Brasília)
Árbitro: Héber Roberto Lopes (PR)
Assistentes: Roberto Braatz (PR) e Cleriston Clay Barreto Rios (SE)
Jogo no ar: A RBS TV e o Blog Gigante transmitem ao vivo.

Bueno, a chinelagem - na minha opinião - do foguetório se repetiu, mas nossa Diretoria foi mais esperta e conseguiu tirar os jogadores na surdina. Moral da história: os torcedores do Sport gastaram dinheiro a toa.

Mas vamos ao que interessa - o jogo.
Já tinha dito no primeiro jogo e repito agora, com muito mais convicção: tem que entrar o Jonas no lugar do Magrão, pelo amor de Deus! Já demos sorte no jogo de ida que o Sport preferiu quebrar a bola do que explorar os contra-ataques, pois espaço no nosso meio-campo não faltou com o esquema de 2 meias, Alex e Andresinho.
Acredito que será um ótimo jogo, emoção a mil! Quanto ao escore, aposto num 1x1 ou uma vitória de 2x1, para nós.

As notícias dão conta de que o Sport vai com 3 atacantes, naquele erro clássico de achar que um atacante escalado no meio campo jogará como meia.... erro que o Abel cometeu várias vezes para o nosso infortúnio e que hoje poderá ser utilizado pelo Sport em nosso favor, principalmente se levarmos em conta a velocidade do Nilmar e as arrancadas do Bustos por um lado e Alex pelo outro.

Se vierem abertos pra tentar reverter o resultado, será um prato cheio para nossos contra-ataques, facilitará bastante a nossa vida se soubermos aproveitá-los - coisa que o Sport não soube fazer aqui em Porto Alegre.
Lembram do jogo de volta contra o Paraná? Pois é, precisávamos reverter um placar de 2x0 e nem por isso entramos abertos, pelo contrário.

Vamo que vamo colorado, rumo a mias uma classificação!

TRANSMISSÃO AO VIVO


terça-feira, 13 de maio de 2008

Nova decisão com a camisa branca


Os colorados mais ligados em superstições já podem começar a comemorar, porque é de camisa branca que o Inter decidirá vaga nas semifinais da Copa do Brasil, na noite desta quarta-feira, na Ilha do Retiro, contra o Sport. O uniforme é considerado pé-quente desde a conquista do Mundial. Depois, foi com ele que o time gaúcho levantou a Copa Dubai. Aí a camiseta caiu no gosto dos jogadores.

Contra o Paraná, o Inter fez uma guerra para poder avançar na Copa do Brasil. A derrota de 2 a 0 no jogo de ida fez os atletas se apegarem a tudo que podiam. Antes da partida, os líderes do elenco sugeriram que a equipe fosse a campo de branco. Não poderia ter dado mais certo: goleada de 5 a 1 e vaga nas quartas-de-final. A tática foi repetida na final do Campeonato Gaúcho. Resultado: 8 a 1 para o Inter e mais um caneco no armário.

Agora, os atletas sequer precisarão fazer um pedido especial. Como o Sport joga em casa, tem a preferência pela escolha do uniforme. O Leão é rubro-negro, então resta ao Inter ir de branco. Mas vale a ressalva: o aumento do carinho pelo uniforme B não representa queda de prestígio da tradicional camisa vermelha.

- Nós criamos esse elo com a camiseta branca, mas não significa que estejamos deixando de lado a vermelha. Muito pelo contrário. Foi com ela que ganhamos títulos muito importantes, como a Libertadores e a Recopa - lembra o capitão Fernandão.